sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Boas Festas!

Posted on 21:53 | Categories:

domingo, 20 de dezembro de 2009

Divulgação de sorteio no Diva's Vogue

O blog Diva's Vogue está sorteando esta charmosa baby look de bonequinha com aplique de tule e cristais. Muuuito fofa!!!

Clique aqui e participe!
Posted on 14:21 | Categories:

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Meio e meia

a) Como advérbio, meio é invariável e significa "mais ou menos", "um pouco":
Estava meio encabulada.
Eles eram meio favoráveis à questão.

b) Como adjetivo, meio é variável e significa "pela metade":
Comprei meia dúzia de laranjas.
Não era de meias palavras.

Observação: Veja a concordância do adjetivo meio nestes exemplos:
Chegarei ao meio-dia e meia (12h30min).
Esse trabalho vai me custar um dia e meio (36 horas).


Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 12:53 | Categories:

Divulgando Promoção '1 ano do My Blog Series'

A promoção ‘1 ano do My Blog Series’ tem como objetivo premiar um leitor, um amigo, bloger ou não. E para isso basta conhecer o regulamento da promoção, escolher o prêmio entre quatro possíveis e preencher o formulário, respondendo a pergunta promocional “Qual o endereço URL do My Blog Series”, aproveitando que o blog agora está em domínio próprio: www.myblogseries.com.br é a resposta.

Você ganha 2 cupons ao se inscrever, mais 2 cupons de fizer um post sobre a promoção e mais 2 cupons se ajudar na divulgação da promoção, colando o selo em seu blog ou indicando amigos, se você não for um bloger. A cada novo inscrito por intermédio de sua divulgação, mais 1 cupom será creditado a você.

Por isso quando for se cadastrar na promoção, informe que você ficou sabendo através do blog http://duvidasredacao.blogspot.com/ !

Clique aqui para partipar.



Beijinhos

Posted on 12:29 | Categories:

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mal e mau

Usa-se mal quando for o oposto de bem. Veja estes exemplos:

a) Comportava-se mal. (diferente de: comportava-se bem.)
b) Estava mal-intencionado em relação à moça. (diferente de: estava bem-intencionado em relação à moça.)
c) As forças do mal sempre vencem. (diferente de: as forças do bem sempre vencem.)

Observações:

Nos compostos mais comuns, mal e o termo seguinte formam uma só palavra (antes de vogal e h, usa-se hífen). Por exemplo: malcheiroso, mal-amado, mal-humorado.

Em compostos menos comuns, mal e o termo seguinte continuam separados. Por exemplo: caso mal resolvido, bolo mal assado, livro mal escrito.

Atenção! Pode-se usar mal no sentido de doença: O mal de Alzheimer não tem cura.

Usa-se mau quando for o oposto de bom. Veja os exemplos:

a) A sala está com mau cheiro. (diferente de: a sala está com bom cheiro.)
b) Aquele rapaz tinha mau-caráter. (diferente de: aquele rapaz tinha bom caráter.)


Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 15:15 | Categories:

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Sorteio no blog Dicas & Cia de Cosméticos Etc... e Tal


A Mary do blog Dicas & Cia de Cosméticos Etc... e Tal está sorteando esse hidratante de frutas vermelhas, com perfume muito agradável, e o sabonete também. Quem quiser participar do sorteio é só clicar aqui.
Posted on 10:29 | Categories:

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Carta Aberta

Diferente da carta pessoal, que costuma abordar um assunto de interesse individual e pessoal dos interlocutores, a carta aberta manifesta a opinião de um grupo de pessoas, entidades, sindicatos, etc. diante de uma questão de interesse coletivo.
Ela pode servir apenas para alertar, mas geralmente visa à mobilização de forma que se encontre uma solução para o problema denunciado. Dessa maneira, tem caráter argumentativo; portanto, a persuasão é um elemento usado para elaborar a carta aberta.
Sua estrutura é formada por:
Título, em que se identifica o destinatário (a quem a carta se dirige).
Remetente (quem a está enviando).
Denúncia do problema e reivindicação de medidas para resolvê-lo.
Conclusão, em que se busca persuadir o interlocutor com a sugestão de soluções. No final, antes da assinatura, pode ainda haver local e data.
O meio pelo qual a carta aberta é divulgada depende do destinatário. Por exemplo, se o remetente pretende alertar a população mundial para o buraco na camada de ozônio, pode recorrer à internet; se o objetivo é denunciar um problema na escola, é possível utilizar um mural. Independentemente do meio, a linguagem da carta aberta costuma ser formal.


Leia, a seguir, um exemplo de Carta Aberta:

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

Os Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação das escolas públicas de todo o Brasil recebem valores diferentes de salários, apesar de prefeitos e governantes obterem o mesmo valor por aluno matriculado.
No dia de hoje, 25 de abril, estamos em todo o País fazendo manifestações para que todos(as) saibam e nos apóiem na luta em defesa de uma Escola Pública de Qualidade.
Esta luta inclui a formação inicial e continuada; a valorização na carreira; melhores condições de trabalho; respeito profissional e uma remuneração digna àqueles que fazem a educação de todos(as) acontecer.
Por isso, estamos exigindo um Piso Salarial Profissional Nacional que garanta condições dignas de vida e exercício de nossas profissões.
Basta de piso que precise de complemento para alcançar o salário mínimo, como é a política salarial de alguns municípios e estados do País.
Exigimos o respeito às conquistas de nossos direitos pelos governantes.
Somos nós que, com nosso trabalho, educamos para a vida os filhos e filhas dos cidadãos sul-mato-grossenses e lutamos para que as promessas de todos os governantes relativas à Educação sejam cumpridas.
Por isso, temos a certeza de contar com o apoio da sociedade para fortalecer nossa luta.


25 de abril de 2007.
FETEMS e seus 69 Sindicatos Municipais afiliados.
Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna
Posted on 17:01 | Categories:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Divulgação de Sorteio do blog da Raquel Trevisi

Acabou-se o mistério! Você poderá ser a futura dona de uma clutch de laço da Raquel Trevisi. Quer saber a cor do seu presente? Aaaahhh… mas isso eu não posso contar. Será uma surpresa para a vencedora. Clique aqui e se increva!

Boa sorte pra todas !



Posted on 13:05 | Categories:

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Carta Argumentativa

A carta argumentativa apresenta uma reclamação e/ou uma solicitação a uma autoridade ou pessoa responsável. Em geral, trata de uma ou várias queixas a respeito de um ou mais problemas, suas causas e consequência. Se for possível, sugere-se uma proposta de solução imediata.

A carta argumentativa tem uma finalidade persuasiva e costuma apresentar a seguinte estrutura:

Local e data.
Identificação do reclamante e do destinatário.
Corpo do texto.
Expressão de despedida.
Assinatura.
Nome do reclamante.

No corpo do texto, a exposição deve ser sucinta e apresentar o objeto da reclamação ou da solicitação, expondo argumentos, descrevendo os fatos que motivam e fundamentam a reclamação ou solicitação. Costuma-se juntar à carta uma cópia dos documentos que comprovem o que está sendo dito, por exemplo, uma nota fiscal.

No caso da carta argumentativa em que haja solicitação de uma solução para o problema, o reclamante pode ou não incluir uma proposta. Em geral, solicita-se resposta por escrito, via e-mail ou carta, e pode-se fixar o prazo de resposta.

A linguagem deve ser clara, objetiva, polida e seguir o padrão formal, geralmente na 1ª pessoa. Os verbos costumam ser enpregados no presente do indicativo.

CARTA ARGUMENTATIVA: é um gênero textual em que se apresenta uma reclamação, uma solicitação, ou ambas, a uma autoridade ou pessoa responsável.

Veja, a seguir, dois exemplos de carta argumentativa.





Clique sobre as imagens para aumentar.



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 16:47 | Categories:

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Divulgação de Sorteios !



A Racco lançou a linha sensorial o Gloss + Gel do beijo Lutti.
E o blog Marcelle Kozlowski está sorteando essa novidade.
Quem quiser participar desse super sorteio é só clicar
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Está rolando um sorteio imperdível no blog Eu Amo Scrap...by Rita de Freitas, quem quiser concorrer é só clicar aqui.





beijos



Posted on 12:29 | Categories:

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dicas para realização de uma prova discursiva



Tendo em vista a proximidade da prova da UERJ 2010, resolvi passar para vocês algumas dicas muito boas que achei na internet, que me ajudaram nas provas discursivas e que com certeza ajudarão muitos outros vestibulandos:


O texto da resposta deve ser claro e direto. Não alongue desnecessariamente a sua resposta, pois textos longos não vão impressionar a banca só por serem longos, ainda mais se forem desnecessariamente longos.

Responda apenas o que foi perguntado na questão. Resista àquela vontade de colocar aquele pouquinho a mais e mostrar para a banca que sabe mais do que foi perguntado.


Cuidado ao mencionar quantidades. Exemplo: A Revolução Francesa matou milhões de pessoas. “Milhões de pessoas” é vago e beira o exagero.

Não dê chance ao erro. Esqueceu de alguma coisa? Evite colocá-la. Se for como se escreve uma palavra, coloque um sinônimo; se for um dado, tente suprimi-lo.

Cuidado ao mencionar rupturas bruscas. Exemplo: o Renascimento acabou com a crença em Deus. É uma impropriedade dizer que o Renascimento acabou totalmente com a crença em Deus.


Evite valorizar apenas uma característica de um processo histórico. Exemplo: Portugal “descobriu” o Brasil por ter posição geográfica favorável. Foram várias as causas que levaram a esse processo histórico (lembre-se sempre que todo processo histórico tem várias causas e várias consequências).

Evite utilizar as “palavras proibidas”. Com exceção de quando se estiver mencionando leis.
São consideradas “palavras proibidas”:

todo(a)(os)(as), tudo, total, totalmente, completo, completamente, só, somente, pleno, plenamente, incondicional, incondicionalmente, simplesmente, puramente, integral, integralmente, ocasional, ocasionalmente, definitivamente, nenhum(a), ninguém, igual, mesma, qualquer, casual, causalidade, acaso, acidental, acidentalmente, nunca, perfeitamente.





Espero ter ajudado um pouco! ;)
Posted on 16:31 | Categories:

domingo, 22 de novembro de 2009

Carta do Leitor

Clique sobre a imagem para aumentar.

Na maioria dos jornais e revistas, há uma seção destinada a cartas do leitor ― em geral conhecida como "Cartas à Redação", "Painel do Leitor", entre outros títulos.

Essa seção oferece um espaço para que o leitor faça elogios ou críticas a uma matéria publicada, ou mesmo sugestões. Os comentários podem referir-se às ideias de um texto, com as quais o leitor pode concordar ou não; à maneira como o assunto foi abordado (neste caso, um leitor mais conservador pode afirmar que determinada questão foi tratada de forma muito liberal); ou à qualidade do texto em si (pode-se achar que o autor abusou de clichês, por exemplo).
É possível também fazer alusão a outras cartas de leitores, para concordar ou não com o ponto de vista expresso nelas.

A linguagem da carta do leitor costuma variar conforme o perfil dos leitores da publicação. Pode ser mais descontraída, se o público é jovem, ou ter um aspecto mais formal.

Esse tipo de carta apresenta formato parecido com o das cartas pessoais: data, vocativo (a quem ela é dirigida), corpo do texto, despedida e assinatura. Porém, quando necessário, a equipe de redação do jornal ou revista adapta as cartas do leitor a seu estilo e as reduz para encaixá-las na seção reservada a elas, mantendo apenas uma parte do corpo.

Quando publicadas, as cartas costumam ser agrupadas por assunto. Assim, reúnem-se as que se refiram à mesma notícia ou reportagem em um mesmo bloco, que recebe um título.

Algumas redações de jornal contam com os serviços de um ombudsman ― pessoa contratada para criticar as matérias jornalísticas publicadas e, sobretudo, para verificar as críticas e sugestões dos leitores e depois expor seu ponto de vista.
Leia, acima, as cartas do leitor. Em "Natalidade livre", o leitor afirma concordar com duas leitoras que defendem o controle da natalidade e depois expõe seu próprio ponto de vista; na mesma carta, ele discorda de outro leitor e expõe um argumento que justifica sua posição.

Nas cartas sobre o problema dos "Limites ao fumo", apresentam-se posicionamentos diferentes com relação à proibição do fumo em algumas situações. Os dois leitores expõem argumentos que sustentam o que afirmam.

Veja também que os critérios que um grande jornal brasileiro usa para selecionar os textos que aparecerão em sua seção de cartas. Note que os extensos podem ser resumidos pelo jornal.


CARTA DO LEITOR: é um gênero textual em que o leitor se dirige a um jornal ou revista para comentar, criticar ou elogiar uma matéria ou carta publicada em edições anteriores.


Veja mais alguns exemplos de carta do leitor:

Senhores Diretores e Editores,
Constituiu-se motivo de muita alegria para mim a circulação no final da tarde de segunda-feira, dia 10 de abril de 2006, do jornal "Correio da Tarde", que na certa vem assinar uma importante página no jornalismo escrito do Estado do Rio Grande do Norte. Excelentes reportagens, colunas as mais variadas e um conteúdo dos mais completos, fazem do jornal Correio da Tarde uma leitura obrigatória da maioria dos potiguares, a cada final de tarde. Parabéns e muitos anos de circulação é o que desejo aos que fazem o CORREIO DA TARDE.

José Maria Alves
Advogado e jornalista
Liberdade I - Mossoró RN


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9.Jan.2008 Ao Jornal O Progresso

A/C: Diretoria
Estimada Adiles do Amaral Torres, Diretora Presidente de "O Progresso" Com muita amizade, saúdo-a respeitosamente agradecendo por tudo o que "O Progresso" vem fazendo pelo bem da coletividade, inclusive da Igreja Católica. Maravilhosa a mensagem de Natal expressa pelo "Editorial" de hoje! Com os votos mais cordiais de Boas Festas, peço a Deus que lhe dê saúde e forças para continuar por longos anos a árdua e importante tarefa que assumiu com os meios de comunicação social. Dom Redovino Rizzardo, cs.


Assim, quando quiser redigir uma carta é importante, antes de tudo, especificar o assunto, o objetivo da carta, o destinatário e escolher o tipo de linguagem que será usado (familiar informal ou impessoal formal). É importante que essa seja bem escrita e observar a comprovação (provando o seu ponto de vista) e a clareza (informação clara e precisa).



Fontes: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Site Mundo Educação: http://www.mundoeducacao.com.br/
Posted on 11:41 | Categories:

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Poema e Texto em Prosa


Clique sobre as imagens para aumentá-las.


Como você observou, os dois textos são literários: porém o texto 1 é um poema e o texto 2, um conto. A forma literária do primeiro é a poesia e a do segundo, prosa.

Assim como o conto, também o romance, a crônica e a novela são textos em prosa. As linhas são contínuas e em sequência, com parágrafo e pontuação; há uma sucessão de estruturas explicativas e a presença de descrições ou informações. Os textos em prosa podem ser literários e também não-literários, como textos científicos, notícias jornalísticas, anúncios publicitários, etc.

Essa estrutura distingue-se da do poema, que em geral é constituído de versos e recursos sonoros. A linguagem do poema é concisa. As palavras são usadas para criar imagens.

Na prosa, há textos que usam recursos bastante empregados em poemas, como na obra Grande sertão: veredas. Esse romance é narrado por Riobaldo, um ribeirinho que vive às margens do Rio São Francisco e conta a história de seu amor incompreensível por Diadorim ― que todos acreditavam ser um rapaz, mas na verdade era uma moça travestida para poder viver entre os jagunços.

O trecho a seguir está escrito em prosa, mas podem ser observados alguns recursos e construções que são usados em poemas. Por exemplo: "rolou os olhos" (sentido figurado); "Mel se sente é todo lambente" (rimas: se sente e lambente); "a chuva entre-onde-os-campos" (novos sentidos).

Leia o texto a seguir e observe a linguagem e as construções figuradas. Você vai perceber que não só os poemas podem ser poéticos, mas também a prosa.

Clique sobre a imagem para aumentá-la.

Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 16:42 | Categories:

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Função Poética

A função poética ocorre quando se enfatiza a mensagem ou o texto, quando é trabalhada a própria linguagem. A ênfase recai sobre a construção do texto, a seleção e a disposição de palavras no texto.

Essa função é mais encontrada em poemas, mas aparece também em textos publicitários, em prosa e em outros.

Observe que a mensagem, acima, é trabalhada com criatividade e de forma original. O som, o ritmo, os jogos de ideias e de imagens são explorados no texto, e a linguagem desperta interesse e prazer estético ao leitor.


Fonte: Livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 15:12 | Categories:

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Função Metalinguística

Clique sobre a imagem para aumentar.


A função metalinguística tem como fator essencial o código. O objetivo da mensagem é referir-se à própria linguagem. Podem-se encontrar exemplos dessa função em uma cena de filme que analise o cinema, em um poema que fale sobre o poeta e a poesia, em verbetes de dicionários, em textos que estudem e analisem outros textos (por exemplo, definições de assuntos gramaticais em gramáticas).

Na tira acima, o objetivo principal é explicar, de modo bem-humorado, o sentido da palavra mal-educado a um falante da língua portuguesa, ou seja, é usada a função metalinguística.


Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 12:07 | Categories:

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Função Fática (ou de Contato)



Na função fática, enfatiza-se o canal de comunicação ou de contato através de cumprimentos ("Olá!", "Como va?", "Bom dia!")ou de uma abordagem coloquial onjetiva e rápida ("Está tudo bem?", "Você precisa de ajuda?").

Observe, no texto ao lado, que os personagens visam a uma interação verbal.

Fonte: Livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 10:55 | Categories:

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Função Apelativa (ou Conativa)

Clique sobre a imagem para aumentar.
A função apelativa é usada quando o objetivo da transmissão da mensagem é persuadir o receptor. Os melhores exemplos de textos que têm essa função são os textos publicitários, cuja finalidade é envolver o leitor, influenciar o seu comportamento e seduzi-lo com uma mensagem persuasiva.
Observe no texto acima, extraído de um anúncio publicitário, uma característica típica da função apelativa: verbos empregados no modo imperativo (fuja, escolha, procure) e pronomes na 2ª ou na 3ª pessoas (o seu agente de viagens).
Fonte: Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 09:16 | Categories:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Função Referencial (ou Denotativa)


Essa função ocorre quando o destaque na comunicação é o referente, ou seja, o objeto da mensagem ou a situação nela abordada. A intenção do emissor é transmitir informações sobre o referente. Os textos científicos, jornalísticos e didáticos representam exemplos dessa função da linguagem.
No texto jornalístico acima, o emissor transmite sua mensagem ao receptor, informando-lhe sobre os riscos que o uso excessivo do petróleo pode acarretar ao planeta Terra.
Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 14:47 | Categories:

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Função Emotiva (ou Expressiva)

Na função emotiva, dá-se ênfase à linguagem do emissor.

Observa-se, através dessa função, o envolvimento pessoal do emissor, que comunica sentimentos inquietações, emoções, avaliações e opiniões centradas na expressão do "eu", do seu mundo interior.

Em geral, os textos poéticos constituem bons exemplos da função emotiva, porque apresentam uma linguagem subjetiva que enfoca as próprias sensações do emissor.

No poema acima, do heterônimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, observe como são explorados pronomes e verbos na 1ª pessoa ("O que penso eu do mundo?"; "Se eu adoecesse pensaria nisso"; "Que ideia tenho eu das cousas?").

Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 20:34 | Categories:

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Sorteio no blog Bonitas e bacanas



É, gente, não resisti! rs Tenho mais um sorteio pra divulgar pra vocês:

PRÊMIO:
-Um dos kits da Akakia , contendo 1 gloss, 1 hidratante e 1 body splash.

REGRAS:
-Ter endereço no Brasil;
-Ser seguidora do blog;
-Visitar o site da Akakia aqui e escolher o produto ou a linha de produtos que mais gostou;
-Escrever neste post o produto escolhido segundo o item acima, com email para contato.

Quem quiser participar clique aqui ou na imagem.

beijinhos! :)
Posted on 15:21 | Categories:

Promoção Porta-trecos

Mais uma promoção irresistível do blog Utilidade's Onlline.

Serão sorteados dois animobs, da nescessarie Jacki design e do unique'cake, kit de esmaltes eleitos pelo Utilidade's Onlline, bloco para unhas, pallet com 88 cores de sombras, conjunto de aplicadores multiuso para sombras, Curvex eyelash curler, e uma pinça fanglin!

É um porta-trecos recheado!
Clique aqui para se inscrever nesse sorteio!

Boa sorte para todas!


beijos


Posted on 14:50 | Categories:

Sorteio no blog 'Com que roupa eu vou?'











Olá, estou aqui, mais uma vez, para divulgar mais um sorteio muito maneiro, só que dessa vez é do blog 'Com que roupa eu vou?'.

Quem quiser participar desse sorteio incrível pra ganhar um cinto de couro ecológico com 3,5cm de largura, ferragens e pirâmides niquel. Tamanho:95cm clique aqui.

Beijinhos.





Posted on 14:29 | Categories:

Relação entre sentido e contexto

Funções da Linguagem

Clique sobre a imagem para aumentar.

Na tira lida, estabelece-se uma situação comunicacional em que Hagar (o emissor) transmite uma mensagem a seu amigo Eddie (o receptor): "Às vezes fico pensando..." / "Nosso tempo aqui é tão curto!..." / "É verdade..." / "Por que não pedimos para ele fechar o bar mais tarde?...". O código usado é a língua portuguesa e o canal, a língua oral. O referente (assunto da mensagem) é Hagar falar a respeito da passagem rápida da vida e Eddie entender outra coisa.

A realização da comunicação depende de seis fatores principais. Veja cada um deles em particular:

Emissor (ou locutor) - quem fala ou transmite a mensagem a alguém.
Receptor (ou interlocutor) - quem recebe a mensagem comunicada pelo emissor.
Mensagem - a informação ou o texto transmitido pelo emissor.
Código - o sistema de sinais que permite a compreensão da mensagem.
Referente - o contexto ou o assunto da mensagem.

Em todo o processo de comunicação, a linguagem é expressa de acordo com a função que se deseja enfatizar. No momento em que se estabelece uma comunicação verbal, um dos fatores essenciais vistos acima acaba prevalecendo e determinando uma das funções da linguagem.

Há seis funções de linguagem: emotiva, referencial, apelativa, fática, metalinguística e poética. Elas podem ser esquematizadas como no modelo abaixo.


Clique sobre a imagem para aumentar.

Fonte: Livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 11:36 | Categories:

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Sorteio no blog Hot MakeUp Tips

Postagem especial para as meninas e, também, para os meninos que querem presentear a namorada ou uma amiga. ;)

Meninas, preciso divulgar para vocês um sorteio super legal que o blog Hot MakeUp Tips tá fazendo com uns produtinhos ótimos da Capricho:


1- (uma unidade) Lapis borracha capricho O boticario.

2- (uma unidade) Brilho labial capricho groselha.


Atenção para as regrinhas:


Ser seguidora e escrever um comentario nessa postagem informando seu nome, endereço de e-mail e endereço do seu blog.

Quem divulgar tem direito a três comentários, ou seja, 3 chances de ganhar.


Obs: Para participar é obrigatorio morar no Brasil.


O sorteio será no dia 30/11/2009 - segunda-feira. O resultado será divulgado no dia 30/11/2009 e a ganhadora será informada por e-mail tendo no máximo 3 dias pra responder o e-mail, caso não responda, outra pessoa será sorteada!!!


Clique aqui e não deixe de participar.


Beijos.


Posted on 16:17 | Categories:

Carta Familiar ou Pessoal

Clique sobre a foto para que esta fique maior e legível.

A carta é um gênero textual que visa à comunicação escrita e pode ser de diversos tipos: carta familiar ou pessoal, de agradecimento, de reclamação, de amor, etc. Em todas, o que se pretende é estabelecer um diálogo entre o remetente e o destinatário.

Podem fazer parte da composição de uma carta os seguintes elementos:

o local e a data - essas referências ficam no início da carta, em geral à esquerda;

o vocativo - em geral, usa-se um termo de cortesia como "Prezado", "Caro", mas pode-se usar somente o nome do destinatário (depois do vocativo, pode-se colocar vírgula, dois pontos ou pode não haver pontuação);

o texto - refere-se à introdução e ao desenvolvimento da carta;

o desfecho - finaliza o texto da carta;

a despedida e a assinatura - a despedida varia de acordo com o grau de intimidade entre as pessoas, por isso pode ser formal ou informal, cerimoniosa ou afetuosa, e a assinatura contém apenas o nome do remetente.

CARTA FAMILIAR OU PESSOAL: é um texto utilizado para comunicação com amigos e familiares. É elaborada por um remetente e enviada a um destinatário.

P.S. - A expressão latina post scriptum (P.S.) significa "depois do escrito". É utilizada depois da assinatura para acrescentar algo importante de que se tenha esquecido.

Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 15:48 | Categories:

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Aspas e Ponto final

Aspas

a) "Uma chuva fina
caiu na toalha,
molhou as roupas,
encheu os copos." (João Cabral de Melo Neto) ----> indicam uma citação.

b) Cervical significa "relativo ao colo uterino ou da bexiga". ----> destacam uma palavra ou expressão.

Ponto final

Mônica admirou o pôr-do-sol e adormeceu. ----> indica conclusão de uma oração.





Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 12:20 | Categories:

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Travessão e Dois-pontos

Travessão

a)"– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong." (Walcyr Carrasco) ----> indica a fala de alguém.

b) "Cândida que – com sua cara impassível de querubim – prepara-se para amarrar uma jarra caríssima no rabo do cachorro." (Luis Fernando Verissimo) ----> separa um elemento no interior de frase.

Dois-pontos

a) Como disse Glauber Rocha: "Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça". ----> indicam início de citação.

b) "E então ouve incrédula a voz do marido:
– Carminha, traz mais cerveja para o Dr. Ariel..." (Luis Fernando Verissimo) ----> indicam uma fala.



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 11:51 | Categories:

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ponto-e-vírgula e Reticências



Clique aqui e confira os melhores livros sobre redação!

Ponto-e-vírgula
1. Atenciosa, Letícia ouvia as explicações do professor; desatento, Márcio não prestava atenção à aula. ----> separa partes de um período em que exista vírgula.

2. No supermercado, Ana comprou: a) frutas e legumes; b) produtos de higiene pessoal; c) produtos de limpeza; d) utensílios domésticos. ----> separa os diversos itens de uma enumeração.


Reticências

1. "Não têm carne e sangue..." (C. D. de Andrade) ----> indicam suspensão do pensamento.

2. Acho que devemos falar... Ou é melhor não falar?... ----> indicam hesitação.



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 10:55 | Categories:

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

♦ Pontuação

Clique aqui e confira os melhores livros sobre redação!



Apesar de haver casos em que a pontuação é empregada conforme a necessidade de expressão de quem escreve, é importante você conhecer certas regras básicas no emprego de alguns dos principais sinais de pontuação.


Vírgula

a) Leu várias obras a respeito de Spinoza, Locke, Hobbes, Hegel, Kant. ----> separa uma enumeração.

b) Ó querida, não se esqueça de sorrir sempre! ----> separa o vocativo.

c) Na casa do amigo Antônio, ela conversou comigo. ----> separa o adjunto adverbial ou advérbio longo.

d) Os olhos, dois enormes lagos verdes, fitaram-me. ----> separa o aposto ou termo de valor explicativo.

e) Os garotos chegaram à festa, conversaram com os amigos, riram, dançaram e divertiram-se.
----> separa as orações coordenadas assindéticas.

f) Esta tarde chuvosa, disse ele, passará logo. ----> separa as orações intercaladas.

g) Embora estivesse muito cansada, resolveu ir para o parque. ----> separa as orações subordinadas adverbiais, precedidas da principal.

h) Chegamos atrasados, no entanto conseguimos ver a apresentação. ----> aparece antes das conjunções coordenativas.

i) Minha irmã, que dormia no berço, acordou assustada. ----> separa as orações subordinadas adjetiva explicativas.

j) Alegre e feliz, ele andou pela praia. ----> separa adjetivos que exercem função predicativa.

OBSERVAÇÃO: Não se separa:

sujeito do verbo. Ex.: Aquela menina, é filha do João. ERRADO
Aquela menina é filha do João. CERTO

o verbo de seus complementos. Ex.: Paulo ofereceu, muitos livros a sua sobrinha. ERRADO

Paulo ofereceu muitos livros a sua sobrinha. CERTO





Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 15:37 | Categories:

terça-feira, 6 de outubro de 2009

♦ Como escrever bem



Clique aqui e confira os melhores livros sobre redação!


O uso do gerúndio empobrece o texto. Lembre que não existe gerúndio no Português falado em Portugal.
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Adjetivos que não informam são dispensáveis. Por exemplo: luxuosa mansão. Toda mansão é luxuosa.
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Evite o uso excessivo do 'que'. Essa armadilha espreita períodos longos. Prefira frases curtas.
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Escreva com simplicidade. Evite o uso de expressões virtualmente banidas da linguagem oral. Por exemplo: 'após' e 'ao invés' (que significa contrário e costuma ser utilizado equivocadamente). Prefira 'depois de' e 'em vez'.
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Evite clichês, frases feitas e jargão.
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O verbo 'fazer', no sentido de tempo, não é usado no plural. É errado escrever: 'Fazem alguns anos que não leio um livro'.
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Cuidado com redundâncias. É errado escrever, por exemplo: 'Há cinco anos atrás'. Corte o 'há' ou dispense o 'atrás'.
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Só com a leitura intensiva se aprende a usar vírgulas corretamente. As regras sobre o assunto são insuficientes. Leia os bons autores e faça como eles: trate a vírgula com bons modos.
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Fonte: Livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 13:03 | Categories:

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

♦ Emprego de HAVER, EXISTIR e FAZER

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O verbo haver, quando tem sentido de "existir", é impessoal (não tem sujeito) e conjuga-se na 3ª pessoa do singular.

Veja o exemplo:

Havia dias que ela não comia chocolate.

Observação: O verbo haver flexiona-se regularmente quando é empregado como verbo pessoal (com sujeito). Por exemplo: Os atletas hão de conseguir se classificar para o campeonato nacional.

O verbo fazer também fica na 3ª pessoa do singular quando exprime tempo ou fenômenos atmosféricos.

Veja os exemplos:

a) Faz três anos que eu moro aqui.
b) Faz noites quentes no Nordeste.

Observação: Se esses verbos (haver com sentido de existir e fazer com sentido de tempo passado ou fenômenos atmosféricos) fizerem parte de uma locução, o verbo auxiliar ficará também na 3ª pessoa do singular. Por exemplo:

a) Devia haver semanas que ela estava de dieta.
b) Deve fazer dois dias que começou a pintura da fachada do meu prédio.

O verbo existir concorda sempre com o sujeito, por isso deve ser flexionado. Quando esse verbo faz parte de uma locução, o auxiliar se flexiona concordando com o sujeito.

Veja o exemplo:

Existem flores amarelas naquele jardim. Devem existir também flores vermelhas nas proximidades da casa.





Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.



Posted on 14:19 | Categories:

terça-feira, 29 de setembro de 2009

♦ Emprego de HÁ e A



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Observe o emprego de e de a nos exemplos a seguir:

a) A próxima olimpíada será daqui a quatro anos.
b) O problema da dengue continua anos.
c) Acenderam a churrasqueira meia hora. Daqui a cinco minutos poderemos começar a comer.

Atenção! Usa-se a quando houver o sentido de tempo futuro, e (equifalente a faz) na indicação de tempo passado.

Observação: Veja estes exemplos, em que se costuma empregar erradamente o verbo haver:

a) Minha afirmação não tem nada há ver com você.
b) O alvo estava há mais de dois metros.





Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 11:40 | Categories:

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

♦ Pleonasmo


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"E quem sabe sonhavas meus sonhos por fim." (Cartola)
Nós vivemos uma vida feliz.

Nessas frases ocorre um pleonasmo, ou seja, a repetição de um mesmo termo ("sonhavas meus sonhos" e "vivemos uma vida").
Observação: Existe também o pleonasmo vicioso, que é um vício de linguagem. Ocorre quando a repetição do termo é considerada desnecessária ("subir para cima", "descer para baixo", "entrar para dentro", etc.).


PLEONASMO: é a repetição de um termo, para reforço ou realce de uma ideia.



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 11:37 | Categories:

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

♦ Hipérbole


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"... Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira." (Carlos Drummond de Andrade)

"Rios te correrão os olhos, se chorares." (Olavo Bilac)

Nos versos de Drummond, percebe-se um exagero na ideia de que a poesia irá "inundar" a vida. No verso de Bilac, as lágrimas serem comparadas aos rios também é um exagero.
Observação: Apesar de os nomes serem parecidos, é preciso não confundir hipérbato (inversão da ordem direta) com hipérbole (uso exagerado de um pensamento ou de uma expressão).


HIPÉRBOLE: é uma figura de linguagem que ocorre quando se usa, intencionalmente, uma palavra ou expressão exagerada, geralmente para dar maior ênfase à frase.



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

Posted on 18:43 | Categories:

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

♦ Personificação ou Prosopopeia

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"Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?"


ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1973.
Carlos Drummond de Andrade © Graña Drummond.
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No poema de Drummond, as palavras agem como se fossem uma pessoa dialogando com o leitor sobre a sua capacidade de entendê-las. Essa atribuição de dar vida às palavras chama-se personificação.
PERSONIFICAÇÃO OU PROSOPOPEIA: é a atribuição de atitudes e outras características de seres animados a seres inanimados, irracionais ou abstratos.
Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 11:43 | Categories:

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

♦ Hipérbato

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"Fica decretado que agora vale a verdade,
que agora vale a vida,
e que de mãos dadas
trabalharemos todos pela vida verdadeira."


MELLO, Thiago de. Faz escuro mas eu canto.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

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Fica decretado que a verdade vale agora,
que a vida vale agora,
e que todos trabalharemos pela vida verdadeira,
de mãos dadas.

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Os termos da oração não estão na ordem direta nos versos da coluna de cima, o que constitui hipérbato. Colocando-os na ordem direta, ficaria como está na coluna de baixo.


HIPÉRBATO: é uma inversão da ordem direta dos termos da oração.



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 12:44 | Categories: