sexta-feira, 29 de abril de 2011

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Posted on 12:52 | Categories:

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Charge

        A charge faz parte do material de opinião, aquele em que o autor expressa seu ponto de vista sobre determinado assunto. É apresentada em jornais e revistas e, em geral, localiza-se na página de editoriais, a página nobre.
        Observe a charge abaixo e veja como o artista mostrou a globalização, que afetou até o modo de aprender a pedir esmola em vários idiomas.
        A compreensão da crítica feita pelo chargista depende da cumplicidade estabelecida entre autor e leitor, Por isso, o leitor precisa ter um conhecimento prévio do assunto abordado e conhecer as circunstâncias, os personagens e os fatos retratados. Assim, para interpretar uma charge, é preciso não se esquecer do contexto em que foi elaborada.
        Uma boa charge procura um assunto atual e busca ir direto aonde está centrado o interesse do público leitor. A mensagem contida na charge é eminentemente interpretativa e crítica, e pelo seu poder de síntese pode ter peso de um editorial.


Clique aqui e saiba mais sobre charge!


CHARGE: é um desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão. É a crítica humorística de um fato ou acontecimento específico e aborda temas sociais, econômicos e sobretudo políticos.




Clique nas imagens para ampliar.


  
Fonte: Oficina de Redação - Editora Moderna. 
Posted on 12:55 | Categories:

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sessão, seção, secção e cessão

a) Sessão: Período de tempo de encontro, reunião - sessão de cinema, sessão de teatro, sessão do Congresso.


b) Seção: Divisão, repartição, parte de um todo - capítulo dividido em seções, seção de móveis, chefe de seção.


c) Secção: Ato de cortar, amputação, ato de serrar - secção aorta.
OBSERVAÇÃO: Pode-se usar seção em vez de secção em todos os casos.


d) Cessão: Ato de ceder, transferir, dar direito - cessão de bens, cessão de direitos, cessão de créditos.




Clique aqui e saiba mais sobre Sessão, seção, secção e cessão!




Fonte: Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 13:11 | Categories:

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Regência Nominal

     Assim como os verbos, também substantivos, adjetivos e advérbios precisam de uma ou mais preposições para introduzir seu complemento.
     Como acontece com os verbos, o uso de uma ou outra preposição pode alterar o significado da frase, como neste exemplo:

A decisão do prefeito foi ao encontro de meu pedido. => Atendeu a meu pedido.
A decisão do prefeito foi de encontro a meu pedido. => Negou meu pedido.

Existem dicionários específicos de regência nominal; em caso de dúvida, vale consultá-los. Veja, a seguir, algumas palavras e a(s) preposição(ções) que deve(m) acompanhá-las.

a) Tenho admiração a / por quem pratica esportes.
b) Qualquer aluno possui capacidade de / para responder às questões.
c) Não há dúvida sobre / acerca de / de / em / a respeito de sua honra.
d) Naquele país, o ensino é acessível a todos.
e) Estou ansioso de / por / para dar-lhe a boa notícia.
f) A dona de casa estava descontente com sua vida.
g) Filme impróprio para menores.
h) O mordomo era suspeito de haver cometido o crime.
i) Longe de casa, tudo lhe dava medo.
j) A violência a menores preocupa as autoridades.

Atenção! Veja, a seguir, alguns erros comuns no uso da preposição:

                                                                          a
É preferível fazer exercício uma vez por semana que não fazer nenhum. 
                           
                             em
Fazemos entregas a domicílio.

                         em
Comprei uma TV a cores.

                                em
Meu filho é bacharel de Direito.

                                         a
O time está determinado em vencer.

                       à
Sua rejeição pela ideia era evidente.

                    a
A negativa em colaborar irritou o chefe.

                       de o
Chegou a hora do Brasil avançar.


Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mas, mais e más

Veja o emprego destas palavras:

a) A cotação do dólar baixou, mas a economia continua instável.

Mas: conjunção coordenativa adversativa, que liga orações e expressa oposição, ideia contrária.

(Mas = porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto, senão)

b) Apesar da polêmica, as pesquisas genéticas continuam mais intensas.

Mais: advérbio de intensidade, que pode modificar um adjetivo, um verbo ou outro advérbio.

(Mais = muito, bastante, extremamente)

c) O uso de drogas traz más consequências ao ser humano.

Más: adjetivo, que caracteriza um substantivo, no caso "consequências".

(Más = ruins, maléficas, prejudiciais)
(Más ≠ boas)



Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 11:54 | Categories:

Onde e aonde

Em que situação se deve empregar onde e aonde? Veja alguns exemplos:

a) A cidade onde ela morava tornou-se um grande centro urbano.
b) No aeroporto aonde chegamos os vôos estavam atrasados.

Onde: emprega-se com verbos que não indicam movimento (morar, ficar, permanecer, etc.) (= em que lugar)
Aonde: emprega-se com verbos que indicam movimento (ir, chegar, dirigir-se, etc.) (= a que lugar)

Atenção!

a) Se houver uma preposição antes da palavra onde, não se poderá empregar a forma aonde, mesmo que o verbo exprima movimento ou ação dinâmica. Veja este exemplo:

Em Petrópolis, por onde subimos, havia neblina.

b) Onde só pode ser usado para lugar. Observe:

O bairro onde vocês estão tem uma grande área verde.

Observação: Costuma-se, erroneamente, utilizar onde no lugar de em que:

O livro onde ele estuda tem muitos exercícios interessantes. (errado)
O livro em que ele estuda tem muitos exercícios interessantes. (correto)


Fonte: livro Oficina de Redação - Editora Moderna.
Posted on 11:33 | Categories:

domingo, 13 de junho de 2010